Jussiara Hora Melo
Jussiara Hora Melo Escritora e blogueira #resenhasdaJussiara Instagram: @livroseescritasbyjussiara Facebook: Jussiara Hora Melo Escritora publicada na Amazon, formato e-book/kindle. Escritora de HC fanfiction publicada no thehighchaparral.com. Participo de alguns clubes de leituras. Amante de um bom livro, filmes, tv séries.
quarta-feira, 24 de julho de 2019
RESENHAS DA JUSSIARA
Olá a todos!
Na vibe da aposentadoria ativa, sigo aqui com um novo ciclo. O ciclo de resenhar livros, tv séries e filmes, pela minha ótica. Somente com críticas construtivas e indicações. Para isso eu criei um critério apenas de cunho pessoal. As estrelinhas que irão direcionar o nível de emoção e gosto pela leitura apresentada na resenha.
Portanto ficou assim:
* REGULAR
** BOM
*** ÓTIMO
**** EXCELENTE
***** SUPRA SUMO. MASTER
De antemão eu aviso que é uma pontuação apenas sob a minha ótica e foge de outros julgamentos.
Logo postarei as minhas resenhas literárias. Serão postadas aqui, de forma escrita, claro, e no IGTV , em forma de vídeo, postados no Instagram.
Daí irei compartilhar o material em todas as minhas redes sociais.
Quem tiver interesse, me siga no Instagram:
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E sigam as hasthags:
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Vídeo e postagens toda semana, geralmente aos sábados ou domingo.
Gratidão
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
Doutores Bundões x Doutor Família.
Fui privilegiada, não somente eu, mas minha família e toda uma cidade, nas décadas de 60, 70...e talvez 80.
Ao adoecer, como passe de mágica aparecia o médico da família. De todos, o lendário e saudoso Dr. Edvaldo que me curava com o seu diagnóstico certeiro. E após alguns dias de algum remédio bem amargo e as vezes, algumas agulhadas de alguma injeção infernal, eis-me inteira. Nunca precisei varar o dia a espera de um atendimento, nem ser distratada ou maltratada. Era o que tínhamos na época da minha infância e juventude e foi a melhor coisa em termos de medicina que eu já tive contato. Até porque, a vida ao ar livre foi o palco para que poucas vezes eu tenha precisado ser socorrido por um médico. Na maioria dos achaques, um chazinho ali, um mingau sem leite, ali, e, enfim. .....
E quiçá se tudo continuasse a evoluir, sem involuir. Claro que antes a medicina era muito antiga, digamos assim, poucos recursos para diagnósticos precisos, mas pelo menos sabiam usar o estetoscópio, apalpar e identificar os orgãos e geralmente acertavam. O melhor era o carinho, o carisma, o olhar de quem estudou para ser médico. E não doutor. Este adjunto é quem mata.. Infla o ego e atualmente, quanto mais especialistas, mais distantes...de tudo. Do paciente e da cura.
Eu posto aqui a minha eterna Gratidão, aos médicos que foram me atender em minha casa,na cidade de Nazaré. Mais do que honorários (e eles recebiam, claro), mais do que isso, o carinho, a dedicação, o saber e energia de quem escolheu a Medicina como sacerdócio, bem antes de ser profissão.
E então, estamos diante dos tempos modernos. Tudo virou uma bagunça. Especialmente no serviço público de saúde. Infelizmente. Neste ambiente é que as notícias macabras dos "dotores bundões", uma classe de médicos e enfermeiros incompetentes, sem empatia, indolentes, preguiçosos, incapazes, malvados, e etc e tal, vem fomentando e promovendo cenários tétricos no quesito vida x morte. O que o noticiário vem propagando é de arrepiar.
Eu quis ser médica. Todo o tempo eu quis. Fui Técnica de Enfermagem e quis ser médica. Tenho certeza que seria uma excelente médica. Talvez nem tanto pela competência exata em diagnosticar e curar. Mas, com certeza, eu seria uma médica de família. Fazer a empatia é uma das minhas características positivas. E ter muita compaixão talvez seja a melhor característica do meu temperamento. Não deu. Mas sempre irei me indignar com esta gente que de medicina, só quer o jaleco branco, a fama, o dinheiro e o ego inflado. E disso vão se enchendo sepulturas.
Fotos tiradas internet.
AGOSTO DE DEUS - #1 - Espiritualidade.
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| O reflexo co sol entre as folhas dos hibiscos, lembra um coração. Um Coração Sagrado e cheio de Luz e Amor. |
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| A primeira visita de mainha no Cafofo. E ela abeçoou. A luz se fez. Gratidão. |
A primeira hastag sobre o Especial Mês de Agosto, será sobre a Espiritualidade.
A minha, a sua, a nossa.
Assim como tem o ato e arte de viajar, eu penso que também tem o ato ou a arte da espiritualidade.
São processos individuais, independente de religião. É algo de dentro para dentro, em total conexão com o Alto. Deus é a LUZ MAIOR. Somos Centelhas Dele.
E eu penso que, somente quando nos conectamos com a Luz, fazemos a Luz. Saímos da sombra. Viramos luz. Tal qual um vagalume.
E eu penso também que cada um tem a sua forma de se conectar.
Já a religião é o coletivo e também é benéfico para que se restaure conexões em todos os sentidos.
Cada um, com sua forma, seu jeito, suas necessidades, precisa achar o seu próprio caminho.
No meu caso, eu preciso estar comigo. Totalmente comigo. Gosto dos meus aconchegos e tenho o meu jeito pessoal de me conectar com o alto. Gosto de me cercar de elementos que lembrem que há algo acima de mim. E que me Rege e me Guarda.
Tenho os meus rituais de orações. Uma conversa íntima com uma visualização que veio até mim, tempos atrás. E ali eu entro na Sintonia.
Tenho em cada lar que me foi concedida a graça de construir no Plano Terrestre, um lugarzinho sagrado.
E você? Como é a sua conexão?
sábado, 28 de julho de 2018
O Eclipse Lunar 2018,
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| A lua cheia, prenha de luz, na véspera do eclispe. Clicada por mim. |
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| O eclipse. Mal dá para perceber a beleza do fenômeno. GRATIDÃO!!!
Eu me preparei para ver este eclipse lunar, de camarote. Bem diante de mim, do meu nariz, dos meus olhos. Logo cedo tomei o meu banho bem quente e me agasalhei. E fiquei de butuca. Toda hora eu olhava para o céu. E nesta ansiedade, quase perdi a festa. Eu pensei que seria mais tarde, quando o meu companheiro entrou ligeiro em casa, me chamando..."Inha, o eclipse". Saí em disparada, com celular e minha câmara em punho. Ou seja, toda equipada. E me quedei diante da exuberância do fenômeno. E danei a fotografar, filmar e mal observava a cena. Daí, eu parei com tudo e me quedei diante do visual.
Que presente, meu Deus. Não adianta ninguem tentar me convencer que o bicho-homem é quem sabe o dia, a hora, enfim. Eles sabem também. Eles estudam e estudaram e também sabem. MAS nenhum homem, nenhum, pode entender o que realmente significa tudo isso. É algo muito Divino. Muito Celestial. Milhões de pessoas em torno do mundo pararam para observar e fotografar e guardar na memória. E eu também.
Mas eu também, assim como milhões, entraram na Sintonia do Universo. O que eu vi foi lindo demais. Nenhuma máquina fotográfica, nem câmara, nem os melhores equipamentos que com certeza capturaram lindíssimas imagens, puderam ver o que eu vi. No meu ponto de vista. Estou falando EU, na primeira pessoa. Uma bela experiência nunca antes experimentado. Portanto estou aqui blogando, documentando para a posteridade.
Eu e ela. Ou melhor, nós e ela. Primeiro eu, minha amiga Zira, meu companheiro e um vizinho amigo. Além de quase todos no vilarejo. Olhos compridos, espiando céu. Olhando ela, a luna, linda, mas já carregada pela mancha de sangue, efeito do eclipse. Aos pouco foi se escondendo, apagando o brilho e escurecendo o rastro de luz que tentou se projetar no mar. Foram minutos. Ouvia-se ao longe, murmúrios, suspiros e gritinhos. Eu também quis gritar. Mas ao invés disso, eu louvei. Eu entrei em oração. Eu cantei. Cantigas de pura gratidão. Na verdade, eu e Alzira. Oramos muito, cantamos muito e ela até chorou. Eu me mantive na energia da emoção. Daí ela (Zira) quis ligar para os filhos e se afastou. Eu, então sozinha, desci até a praia. Estava deserta. Somente eu, as canoas e no céu, a lua brincando de esconde-esconde. Então começou o RENASCIMENTO dela. Meu Deus, que coisa linda. Aos pouco, ela foi saindo da sombra, uma pontinha aqui, um esforço ali, e aos pouco foi aparecendo. Tal qual um parto. Fez-se luz de novo. Deixou um rastro prateado, dourado, róseo, no mar. Muito lindo. Neste momento senti a presença de alguem e foi Alzira. E juntas louvamos e oramos de novo. E cantamos. E agradecemos. Foi lindo. Foi especial. Foi entrega. Foi Gratidão.
As fotos tiradas antes? Nenhuma conseguiu mostrar a beleza do lugar. Postei aqui somente para ilustrar e documentar. Na noite anterior, aí sim, ela se apresentou a mim, toda linda, prenha e brilhosa.
Gratidão!!
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quinta-feira, 26 de julho de 2018
domingo, 15 de julho de 2018
Novos ciclos, novos formatos, novas experiências. Isso é viver.
Olá a todos!
Agradeço as visualizações ao meu blog e canal Youtube. Gratidão.
Geralmente, aos domingos, eu estou postando um vídeo. E, as vezes, um vídeo extra durante a semana.
São ciclos se abrindo, alguns se fechando, um amadurecer aqui, outro ali, algumas (e muitas) imaturidades nem mais tão típicas da idade cronológica, mas a minha Criança Interna é muito persistente, graças a Deus e criança manifestada nem todo adulto aceita ou entende. Daí, talvez, o termo Imaturidade.
Então eu me vejo sem muito tempo disponível para me dedicar ao blog e ao canal, além das minhas redes sociais. Afinal, aposentada e liberta, não quero mais nada que me deixe ansiosa e com sensação de PRECISO CUMPRIR ISSO OU AQUILO. BASTA!!...
Mas, detalhista e arrumadinha, rsrs, eu não quero ver o meu blog jogado ao léu. Ando, realmente, me dedicando mais ao canal. Em breve farei um tutorial sobre isso.
Então, sendo rápida..rsrs, eu quero dizer que, de agora em diante, eu vou postar no meu blog as chamadas dos meus vídeos do meu canal Youtube e..........os meus contos, micro contos, enfim, aqui no blog.
Vou deixar para vlogar no canal e lá farei slides e clips das postagens que eu achar necessárias ter fotos. Ou seja, aqui no blog não postarei mais fotos do meu cotidiano e nem mais no Facebook. Estes dois instrumentos serão apenas para divulgar os meus vídeos e o blog também será a plataforma para publicação dos meus micros contos ou mini contos.
Aguardem em breve. Novos ciclos. Novas possibilidades.
Gratidão!
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