Carnaval se aproxima. Um festa do mundo, como muitos falam e é mesmo.
Onde muitos se desnudam e caem máscaras. Outros se vestem com suas
máscaras mas o que eu gosto mesmo é do feriadão que essa festa trás.
Claro que, como uma baiana arretada, não posso ouvir uma lata bater que
saio dançando mas não gosto do axé e muito menos de pagode e nem a
bagaceira que essa festa trás no seu bojo. Mas como diz meu querido
amigo Vitinho: Fazer o que??
Que a paz, a harmonia, o amor, a saúde, a alegria estejam no pacote. Amem.
Gratidão.
Jussiara Hora Melo Escritora e blogueira #resenhasdaJussiara Instagram: @livroseescritasbyjussiara Facebook: Jussiara Hora Melo Escritora publicada na Amazon, formato e-book/kindle. Escritora de HC fanfiction publicada no thehighchaparral.com. Participo de alguns clubes de leituras. Amante de um bom livro, filmes, tv séries.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Ruínas da Igreja Nossa Senhora Conceição
Ruínas da Igreja Nossa Senhora da Conceição, na praia de Conceição em Vera Cruz, na Ilha de Itaparica.
"Uma igreja construída cerca de trezentos anos atrás, pelos Jesuítas, negros e indígenas ainda apresenta a força de um povo que em meio a inexistência da tecnologia, até os dias atuais dá uma lição de desenvolvimento arquitetônico.
Localizada na praia de Conceição, na Ilha de Itaparica, perto do Clube Med, a igreja de Nossa Senhora da Conceição, ainda tem sua história lembrada pelas ruínas que sobrevivem ao tempo e a falta de interesse na manutenção da mesma.
A igreja data do século XVII e a inscrição ainda consta na fachada da igreja, que para além das questões religiosas, é um monumento de muita importância e é uma pena que não seja preservado. Parte do telhado que até pouco tempo existia, já desmoronou e algumas pichações ainda são visíveis na lateral da construção imponente como se estivesse a beber das águas da Baía de Todos os Santos."
Obs: texto retirado da internet.
Contemplo este chão, manchado de lágrimas, sangue, suor. Chão que também vislumbrou a fé e tem o tempero do sal marinho que emana desse belo mar. E eu contemplo e penso, quantas dores, quantas almas rasgadas, sofridas. Quantos olhares para além-mar, olhares saudosos, especialmente dos negros, olhares algemados, doloridos, enquanto carregam as pedras pesadas em seus costados, chicoteados pelo simples fato de serem negros. Quantos olhares dos indígenas que antes habitavam livremente este e tantos outros pedaços de chão. E neste emaranhados de emoções, os jesuítas impunham sua fé.
É muita energia em um lugar assim. Mas quem se importa? São apenas ruínas. Quem se importa mais com isso? Mas eu me importo.
Fotos de Juju Melo.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
Minha mãe é uma peça 2
O filme é bom. Uma comédia gostosa sem ser piegas. Apenas abusam muito do palavrão. Não vi necessidades mas, infelizmente, parece que filmes nacionais precisam ainda desses feios artifícios. Não que o palavrão não tenha um tempero, um despertar do riso, quando vem na hora certa mas usar o tempo que quase todo, achei excessivo.
Todas as mães podem se reconhecer em dona Hermínia. Com um perfil de durona mas uma manteiga derretida. O filme é muito divertido e leve. O autor Paulo Gustavo que faz o papel de dona Herminda, está de parabéns. Além de não ser caricato. Ninguem imagina que é um masculino fazendo o papel dela. Perfeito. Tem cenas hiláricas com os bobs dela (ou dele)..rsr
As cenas mais emocionantes ficam por conta da saída repentina dos filhos e a partida da tia Zélia.
O filme já ultrapassou a maior marca de arrecadação, segundo a Ancine.
Vale muito a pena assistir e se divertir com MINHA MÃE É UMA PEÇA 2.
Todas as mães podem se reconhecer em dona Hermínia. Com um perfil de durona mas uma manteiga derretida. O filme é muito divertido e leve. O autor Paulo Gustavo que faz o papel de dona Herminda, está de parabéns. Além de não ser caricato. Ninguem imagina que é um masculino fazendo o papel dela. Perfeito. Tem cenas hiláricas com os bobs dela (ou dele)..rsr
As cenas mais emocionantes ficam por conta da saída repentina dos filhos e a partida da tia Zélia.
O filme já ultrapassou a maior marca de arrecadação, segundo a Ancine.
Vale muito a pena assistir e se divertir com MINHA MÃE É UMA PEÇA 2.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
Para ler à beira-mar.
Bom dia a todos.
Ah como eu gosto de escrever e como eu amo leituras.
Sou do tipo ainda "fashioned" para os meus modos tanto da leitura como para as minhas escritas.
Dificilmente eu leio via tablet ou algum aplicativo. Gosto mesmo do livro físico. Eu amo sentir o cheiro do livro novo, o amasso do livro já lido e relido. Preciso de uma rede ou uma poltrona confortável para entrar no mundo delicioso, pelas tintas de autores que eu admiro. Gosto de ler na cama, recheada de travesseiros mas somente antes de dormir.
E o meu escrever? Ah...esse também tem um ritual. Eu mantenho pequenos cadernos, tipo diário, dentro da bolsa e na gaveta do meu home office. Isso mesmo, antes de passar para o computador e depois para o pen drive, eu escrevo a mão. Gostaria muito de resgatar uma máquina de escrever, tipo essa da foto. Acho um charme e quem sabe um dia.
Preciso me disciplinar para publicar ainda este ano, um ou dois romances no Kindle. É uma plataforma online da Amazon até porque publicar neste país é muito dispendioso. Mas estou pesquisando preços e oportunidades com algumas editoras. De repente.
No mais, vou indicar alguns livros aqui:
São livros leves, divertidos, emocionantes, amorosos que retratam cotidianos de mulheres fortes que, a partir de alguma experiência em um vilarejo simples a beira mar, mudaram suas vidas, encontraram seus amores, enfim.
Ideias para serem lidos em algum cafofo, à beira-mar. Uma viagem deliciosa guiada por mãos e mentes habilidosas.
Ja li, reli, enfim. SUPER RECOMENDO.
Fotos da internet.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
Exercitando a Espiritualidade.
Bom dia,
Já exercitou a sua Espiritualidade hoje?
Temos várias formas de exercitar a nossa Conexão com o Universo. Uns leem a Bíblia, outros rezam, outros oram, alguns se ajoelhem diante de um altar. Muitos rezam o Terço. Outros meditam. Alguns visualizam. Estão certos? Claro que sim. A Conexão é individual.
Eu penso que, não podemos rezar a reza alheia. Vou explicar. Ao menos comigo, é assim. Sou muito de conversar com as minhas Conexões. Eu busco sempre uma intimidade com Jesus e Maria. Eu visualizo uma imagem belíssima, em um lugar lindíssimo e sempre chego neste lugar vibracional e converso de verdade com Eles. E no geral, eu rezo, eu leio Salmos e rezo o Terço além de frequentar uma igreja. Mas a minha verdadeira conexão se dá nos momentos de intimidade com as Energias Celestiais. Por isso eu não consigo entrar na reza alheia. Peço muito aos amigos que oram muito que incluam meu nome e dos meus em suas orações bem como eu também faço essa conexão quando eu oro, pedindo a Proteção a todos os meus. Mas eu não consigo repetir os padrões de oração de ninguem. Tipo assim: "olhe, reze isso e aquilo para que seus problemas se resolvam. Reze essa oração. Peça isso..", não, não consigo. Agradeço e geralmente eu oro do meu jeito. E assim é que dever ser. A oração também precisa ter personalidade. É individual. O coletivo se dá em templos, é ótimo mas é o geral, o genérico. O pessoal tem que vim com a nossa intimidade com as Energias dos Céus. É preciso, sim, prática e Fé.
Outra coisa que eu li hoje na Vida Simples. Tem muitas formas de exercitar a Espiritualidade. Uma delas é a compaixão, o nosso olhar para o outro, o perdão genuíno, o estender a mão e a...GRATIDÃO.
Foto clicada por mim. Um caminho de areia até a praia, em Barra do Gil - Ilha de Itaparica.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
Em tudo, dai Graças.
Já agredeceu hoje? Diante dessa imagem, eu agradeço pela oportunidade de estar morando aqui mesmo dividindo ainda o meu tempo entre o vilarejo e a capital. E peço muito a Proteção. Que esse lugar seja protegido e preservado. E que continue com essa beleza singular e apaziguadora.
GRATIDÃO AO CÉUS, todos o sdias por tantas oportunidades.
Eu e a música.
Bom diaaaa, meus leitores .
Essas duas imagens, clicadas no vilarejo onde divido a minha vida entre o lugarejo e a capital, Salvador, me encantam.
A primeira, euzinha dançando. Eu estou usando um fone de ouvido e uma seleção cuidadosamente escolhida por mim: Yanni, Celtic Music, Leo Rojas e Apaches Music. Arrepiantes de tão belas. Eu amo caminhar pelas areias úmidas e refrescante da praia do vilarejo e acabo dançando pois eu caminho enquanto escuto as músicas. E de repente....dano a dançar. Os nativos já me conhecem e já sabem que a Juju ama danças e podem até me chamar de doida mentalmente mas, geralmente, me acenam e dão risadas. Que eu seja a louca. A louca por música, por uma qualidade de vida mais simples, pela natureza, enfim. Eu amo ser baiana porque a Bahia tem muitos tesouros escondidos. Amo mesmo. No Brasil, eu não poderia ser mais nada, a não ser uma baiana arretada. Eu amo essa mistura de cores, povo, cheiros, gastronomia, energia. Eu amo mesmo. E sou muito grata AO ALTO, por ter encarnado na Bahia.
A foto 2, eu e o meu olhar. Uma variação pelo mesmo tema pois eu consigo dar um dinamismo no mesmo cenário. É a vista da varanda da minha Kikasa.
Posto aqui o vídeo de Adrian, com belíssima seleção musical de Celtic music.
GRATIDÃO!!
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
PARABENS, LAURA INGALLS.
Hoje, se ainda estivesse neste Plano, Laura Ingalls faria 150 anos.
Sempre irei agradecer a ela por ter me apresentado ao mundo fantástico da literatura infanto-juvenil. Tudo bem, uma literatura americana sendo os meus primeiros contatos???
Sim, isso mesmo. Na época, eu era uma frequentadora e leitora voraz da biblioteca da minha querida cidade Nazaré, encravada no Recôncavo Baiano e por incrível que pareça, o arsenal literário nunca teve preconceitos. Tinham sim, livros brasileiros e muitos mas o meu olhar de menina se deparou com a capa do livro O Jovem Fazendeiro e eu sempre gostei de livros com temas assim. E aí. ...PIMBA.
Foi amor à primeira vista pois já se vão quase 50 anos desde esse primeiro encontro. E, graças a Deus, fui refinando o meu gosto literário mas nunca perdi o encantamento daqueles que leem Laura com os olhos do coração.
Parabens, minha querida. Onde você estiver, esteja na LUZ.
Sempre irei agradecer a ela por ter me apresentado ao mundo fantástico da literatura infanto-juvenil. Tudo bem, uma literatura americana sendo os meus primeiros contatos???
Sim, isso mesmo. Na época, eu era uma frequentadora e leitora voraz da biblioteca da minha querida cidade Nazaré, encravada no Recôncavo Baiano e por incrível que pareça, o arsenal literário nunca teve preconceitos. Tinham sim, livros brasileiros e muitos mas o meu olhar de menina se deparou com a capa do livro O Jovem Fazendeiro e eu sempre gostei de livros com temas assim. E aí. ...PIMBA.
Foi amor à primeira vista pois já se vão quase 50 anos desde esse primeiro encontro. E, graças a Deus, fui refinando o meu gosto literário mas nunca perdi o encantamento daqueles que leem Laura com os olhos do coração.
Parabens, minha querida. Onde você estiver, esteja na LUZ.
Laura e sua família foi retratada em seus maravilhosos livros e bem como na série da tv norte-americana, The Little Praire, exibida aqui no Brasil com o título de Os Pioneiros.
Uma gostosa série onde a simplicidade, a compaixão, a luta pela vida, a Fé, o amor, a família foram retratados e mostrando a vida de Laura..
Dentre os autores, destaco Melissa Gilbert, no papel da encantadora Laura Ingalls.
Na foto acima, o casal Laura e Almanzo. Esse foi o personagem principal do livro O Jovem Fazendeiro.
Laura teve dois filhos mas somente Rose sobreviveu. Ela morreu aos 90 anos.
Meliisa Gilbert.
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