segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Doutores Bundões x Doutor Família.




Fui privilegiada, não somente eu, mas minha família e toda uma cidade, nas décadas de 60, 70...e talvez 80. 
Ao adoecer, como passe de mágica aparecia o médico da família. De todos, o lendário e saudoso Dr. Edvaldo que me curava com o seu diagnóstico certeiro. E após alguns dias de algum remédio bem amargo e as vezes, algumas agulhadas de alguma injeção infernal, eis-me inteira. Nunca precisei varar o dia a espera de um atendimento, nem ser distratada ou maltratada. Era o que tínhamos na época da minha infância e juventude e foi a melhor coisa em termos de medicina que eu já tive contato. Até porque, a vida ao ar livre foi o palco para que poucas vezes eu tenha precisado ser socorrido por um médico. Na maioria dos achaques, um chazinho ali, um mingau sem leite, ali, e, enfim.   .....
E quiçá se tudo continuasse a evoluir, sem involuir. Claro que antes a medicina era muito antiga, digamos assim, poucos recursos para diagnósticos precisos, mas pelo menos sabiam usar o estetoscópio, apalpar e identificar os orgãos e geralmente acertavam. O melhor era o carinho, o carisma, o olhar de quem estudou para ser médico. E não doutor. Este adjunto é quem mata.. Infla o ego e atualmente, quanto mais especialistas, mais distantes...de tudo. Do paciente e da cura. 
Eu posto aqui a minha eterna Gratidão, aos médicos que foram me atender em minha casa,na cidade de Nazaré. Mais do que honorários (e eles recebiam, claro), mais do que isso, o carinho, a dedicação, o saber e energia de quem escolheu a Medicina como sacerdócio, bem antes de ser profissão. 

E então, estamos diante dos tempos modernos. Tudo virou uma bagunça. Especialmente no serviço público de saúde. Infelizmente. Neste ambiente é que as notícias macabras dos "dotores bundões", uma classe de médicos e enfermeiros incompetentes, sem empatia, indolentes, preguiçosos, incapazes, malvados, e etc e tal, vem fomentando e promovendo cenários tétricos no quesito vida x morte. O que o noticiário vem propagando é de arrepiar. 
Eu quis ser médica. Todo o tempo eu quis. Fui Técnica de Enfermagem e quis ser médica. Tenho certeza que seria uma excelente médica. Talvez nem tanto pela competência exata em diagnosticar e curar. Mas, com certeza, eu seria uma médica de família. Fazer a empatia é uma das minhas características positivas. E ter muita compaixão talvez seja a melhor característica do meu temperamento. Não deu. Mas sempre irei me indignar com esta gente que de medicina, só quer o jaleco branco, a fama, o dinheiro e o ego inflado. E disso vão se enchendo sepulturas. 

Fotos tiradas internet. 


AGOSTO DE DEUS - #1 - Espiritualidade.

O reflexo co sol entre as folhas dos hibiscos, lembra um coração. Um Coração Sagrado e cheio de Luz e Amor.


A primeira visita de mainha no Cafofo. E ela abeçoou. A luz se fez. Gratidão. 




A primeira hastag sobre o Especial Mês de Agosto, será sobre a Espiritualidade. 
A minha, a sua, a nossa.
Assim como tem o ato e arte de viajar, eu penso que também tem o ato ou a arte da espiritualidade. 
São processos individuais, independente de religião. É algo de dentro para dentro, em total conexão com o Alto. Deus é a LUZ MAIOR. Somos Centelhas Dele. 
E eu penso que, somente quando nos conectamos com a Luz, fazemos a Luz. Saímos da sombra. Viramos luz. Tal qual um vagalume. 
E eu penso também que cada um tem a sua forma de se conectar. 
Já a religião é o coletivo e também é benéfico para que se restaure conexões em todos os sentidos. 
Cada um, com sua forma, seu jeito, suas necessidades, precisa achar o seu próprio caminho. 
No meu caso, eu preciso estar comigo. Totalmente comigo. Gosto dos meus aconchegos e tenho o meu jeito pessoal de me conectar com o alto. Gosto de me cercar de elementos que lembrem que há algo acima de mim. E que me Rege e me Guarda. 
Tenho os meus rituais de orações. Uma conversa íntima com uma visualização que veio até mim, tempos atrás. E ali eu entro na Sintonia. 
Tenho em cada lar que me foi concedida a graça de construir no Plano Terrestre, um lugarzinho sagrado. 
E você? Como é a sua conexão?

RESENHAS DA JUSSIARA

Olá a todos! Na vibe da aposentadoria ativa, sigo aqui com um novo ciclo. O ciclo de resenhar livros, tv séries e filmes, pela minha ó...