Eu, a máquina fotográfica, o barco e a corda. Foi uma aventura. A maré enchendo e tentando me tirar o ângulo perfeito e eu no clickkkkkkk....Eu queria fotografar esta corda. Corda de marinheiro e fazer um paralelo com um livro que eu li.
Ousadia de Verão de Bárbara Delinski, conta a história de Júlia Bechtel e Noah Prine.. Ela, urbana e ele, um pescador de lagosta. É um livro gostoso de se ler e inspirador. Eu já reli várias vezes.
Em um trecho do romance, já no final, Júlia observa uma tatuagem no braço musculoso e curtido pelo sol, de Noah. Era uma tatoo com desenho de uma corda. A corda do marinheiro, do pescador, do homem simples, do homem pertencente ao mar e ao vilarejo de Big Saweyr.
Ele ao perceber o olhar da amada na sua tatoo, ela explica que a corda ali fincada, significa que ele nunca deixará o vilarejo e muito menos a sua condição de pescador de lagosta. Caso ela queira ficar com ele, vai ter que ficar em Big Saweyr.
Pois foi isso que eu lembrei, ao caminhar naquela tarde gostosa, observando o vai e vem da maré e essa corda me chamou a atenção e eu lembrei do livro.
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