segunda-feira, 20 de abril de 2015

FACEBOOK, ZAP , EU E O VILAREJO.

BOM DIA, MEUS QUERIDOS LEITORES.

Hoje farei um paralelo entre as Redes Sociais e a vida normal. Não no sentido dos benefícios e malefícios e sim, o que me vem ocorrendo.

Estamos todos interligados? O Ser Humano é agregário? Somos um SÓ REDE? Duvido.

Nos tempos anteriores, éramos sim, com certeza. Mas a vida mudou. As cidades e a própria vida não nos oferece mais segurança. Um olhar de um outro para nós, pode significar tantas coisas. E geralmente viramos o nosso rosto pois não queremos saber o que aquele olhar significa. E, se moramos então em uma metrópole, aliás, basta morar em uma cidade mais desenvolvida que a nossa tendência é sempre a mesma: SEGREGAR quem não conhecemos.

E o moderno padrão de moradias, são os já conhecidos condomínios, cada vez mais fechados, com seguranças armadas, cercas elétricas, câmaras enfim. A cidade não nos oferece mais segurança. Viver ficou perigoso e quem não vive nos limites dos muros, dentro do muro, são marginais, até que se prove o contrário. Se forem negros e morarem em comunidades, o perigo fica mais visível, perigo esse captados pelas câmaras de seguranças. MUITO TRISTE mas é a realidade do Brasil.

E fazendo um paralelo, como eu sempre posto aqui, eu hoje me lembrei desse novo formato de vida real com a virtual.

Antes foi o Orkut (eu amei o Orkut). Depois o Face com uma dinâmica mais moderna, mais online e depois vieram os zaps e daí vão vim outros.

Aí ei pensei o que vem ocorrendo. A turma, a sua maioria, não quer mais usar o Face, trocar idéias, suas atividades e sim, agrupar nos zaps. Dali, segregados, os papos se tornam secretos, tudo fica escondido. 
 O Wathapp virou um CONDOMÍNIO. E a segregação do agrupamento virtual. 

Concordo e oriento os meus, que a exposição deve ser medida e comedida. Mas a vida atual não oferece mais nada que possamos esconder. Eles estão de olhe em nós. Sabem tudo de nossas vidas. Não, não estou falando dos marginais, dos golpistas. Estou falando das instituições financeiras e de outras oficiais, que nos ligam e só faltam dizer a cor do nosso xixi. Incrível.

Para não me alongar, vou concluir com uma passagem linda, eu e meu marido, aqui no vilarejo, no Domingo de Páscoa.

Nós dois, fim de tarde, fomos em várias casas aqui. Do vizinho nativo, ao veranista sazonal. Para uns, levei um ovo de Páscoa e nosso abraço. Mas para a maioria (até pelo custo do ovo), levamos os nossos sorrisos, o nosso abraço, a nossa alegria de comunhão e desejos de Paz.
Como Jesus nos pede, fizemos o bem sem olhar a quem.

Foi um momento lindo. E não posso deixar de comentar, na visita da casa de Betão e Ana, quando assim que chegamos, ela me pegou pelo braço e me levou no quintal e me mostrou a lua linda, imensa que nascia atra´s dos morros. O quintal dela dá na praia. Nossa. Que emoção.

Não tem presente melhor para mim. A vida em comunidade me atrai. Não vou em casa de ninguem, sem ter um motivo, sou super na minha aqui, recebo as pessoas mas também as visito e isso eu tenho perdido na capital. Infelizmente.

Vamos meditar sobre o assunto?

A PAZ DE JESUS ESTEJA CONOSCO. AMEM.

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